Guarda Compartilhada – benefícios aos filhos

(transcrição)

O maior, mais recente e mais representativo estudo internacional sobre modelos de custódia física e legal de filhos, confirma mais ainda, os benefícios associados à guarda compartilhada (Bjarnason, 2012; Bjarnason, 2010).

Os dados foram recolhidos a partir de 36 países ocidentais a partir de cerca de 200.000 crianças:

148.177 crianças em famílias intactas, 25.578 filhos de mãe solteira, 3.125 filhos de pai solteiro, 11.705 filhos com mãe e padrasto, 1.561 filhos com pai e madrasta, e 2.206 crianças em famílias de pais com custódia legal e física compartilhada.

As crianças tinham 11, 13 e 15 anos idade em 2005/2006 base dos dados da Organização Mundial de Saúde.

Os filhos convivendo sob custódia física compartilhada foram os que apresentaram menor propensão a afirmar que tinham dificuldades para falar sobre as coisas que os incomodavam (29%), um índice ainda inferior ao obtido com as crianças vivendo em famílias intactas (32%).

Já as crianças que vivem só com sua mãe ou com sua mãe/padrasto tinham mais dificuldades de comunicação com seus pais (42% e 43%, respectivamente).

Quando perguntado quão satisfeitos eles estavam com suas vidas, os filhos sob custódia física e legal conjunta, superaram em bem estar as crianças em todos os outros arranjos de convivência.

FONTE:http://static.squarespace.com/static/5154a075e4b08f050dc20996/t/525566d0e4b0843ea38af876/1381328592419/AJFL%20part%202.pdf

O maior, mais recente e mais representativo estudo internacional sobre modelos de custódia física e legal de filhos, confirma mais ainda, os benefícios associados à guarda compartilhada (Bjarnason, 2012; Bjarnason, 2010).

Os dados foram recolhidos a partir de 36 países ocidentais a partir de cerca de 200.000 crianças:

148.177 crianças em famílias intactas, 25.578 filhos de mãe solteira, 3.125 filhos de pai solteiro, 11.705 filhos com mãe e padrasto, 1.561 filhos com pai e madrasta, e 2.206 crianças em famílias de pais com custódia legal e física compartilhada.

As crianças tinham 11, 13 e 15 anos idade em 2005/2006 base dos dados da Organização Mundial de Saúde.

Os filhos convivendo sob custódia física compartilhada foram os que apresentaram menor propensão a afirmar que tinham dificuldades para falar sobre as coisas que os incomodavam (29%), um índice ainda inferior ao obtido com as crianças vivendo em famílias intactas (32%).

Já as crianças que vivem só com sua mãe ou com sua mãe/padrasto tinham mais dificuldades de comunicação com seus pais (42% e 43%, respectivamente).

Quando perguntado quão satisfeitos eles estavam com suas vidas, os filhos sob custódia física e legal conjunta, superaram em bem estar as crianças em todos os outros arranjos de convivência.

FONTE: http://static.squarespace.com/static/5154a075e4b08f050dc20996/t/525566d0e4b0843ea38af876/1381328592419/AJFL%20part%202.pdf
Colaboração: Roosevelt Abbad